Alberto Guerra

Alberto Guerra

Marketing Equestre

O velho conhecido...

31 de maio de 2016

- Alberto Guerra

                                                              O velho conhecido...

Percebo as pessoas buscando a ampliação do esporte, captação de patrocínio e novos entrantes mas, como fazer isso?

Talvez não estejamos fazendo o que de fato devemos fazer, temos um mercado grande, forte e expressivo o grande desafio é como “vender” isso para outras pessoas?

O que pode interessar ao patrocinador?

Qual é o perfil do público?

• Predominam homens ou mulheres?
• Faixa etária das pessoas?
• Quantas pessoas envolvem a modalidade?
• Quanto movimenta esta modalidade?
• Qual o retorno que o patrocinador terá ao investir na modalidade?
• Quanto eu devo investir?
• Por que devo investir?

Estas são algumas perguntas que serão feitas entretanto muitas outras podem surgir... e o que vemos são tiros para todos os lados, é necessário critério e foco. Ou seja desde o vendedor de churros até a multinacional podem ser patrocinadoras do evento, a grande pergunta é:

Quem eu quero como patrocinador? Que tipo de empresa gostaria que estivesse ligada a modalidade ou a raça?
A profissionalização de fato está acontecendo,não na velocidade necessária ou que gostaríamos que fosse. Talvez isso aconteça por ainda buscarmos os resultados por caminhos tortuosos e pouco profissionais. Se buscamos patrocínios “pelos meus lindos olhos azuis” e não por argumentos embasados e concretos corremos o risco de não sermos levados a serio como poderíamos. Claro que o networking é uma fase importante do processo pois pode nos fazer encurtar caminhos mas não podemos achar que isso resolverá o problema. Seria um grande amadorismo de nossa parte e estamos buscando exatamente o contrário disso, não?

A qualidade dos cavalos aumenta, a equitação evolui mas insistimos em tentar empurrar goela abaixo que nós somos a solução ao invés de mostrar que somos a solução. Não despertamos o interesse nos patrocinadores, em outras palavras “Não fazemos eles virem até nossa porta” E uma regra básica de negociação, quando vem com interesse a negociação é outra...